12.12.08

Justiça divina

A lei de Deus me parece bastante simples na boca de Jesus. Tudo não passa de fazer com o outro aquilo que você quer que seja feito consigo mesmo. (cf. Mt 7,12) Tal ideal fortalece o princípio de justiça para todas as pessoas como responsabilidade de cada um de nós e, por conseguinte, quebra a noção de que o único caminho possivelmente justo no planeta é o toma-lá-dá-cá, ou o velho olho-por-olho-dente-por-dente.

De quebra, ainda ficamos com um embaraço: tudo o que quero é o meu bem, mas será que quero o bem do outro? Na verdade, esta pergunta ainda não se faz entendida. Gostaríamos de ficar sem roupa para vestir ou sem alimento para comer? Gostaríamos que as pessoas nos passassem a perna? Gostaríamos que fossem injustos para conosco?

Neste exato momento, ouço os seguintes versos cantados:

Heal the world,
Cure o mundo,
Make it a better place
Faça dele um lugar melhor
For you and for me
Para mim e para você
And the entire human race.
E para toda a humanidade.
There are people dying.
Há pessoas morrendo.
If you care enough for the living,
Se você liga pra quem está vivo,
Make it a better place
Faça do mundo um lugar melhor
For you and for me.
Para você e para mim.

Quando ouço as pessoas dizerem na igreja que Jesus morreu, é quase que instintivo reagir assim: “Mas ele ressuscitou.” Ressuscitou e ressuscita. Olha ele aí falando pela boca do Michael Jackson!

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